DEVASTAÇÃO CÍCLICA DE GAZA É O NEGÓCIO MULTIBILIONÁRIO DO HAMAS

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Uma regra fundamental se aplica em qualquer que seja o setor de atividade: o que não dá lucros não prospera e o que dá prejuízos logo se acaba. Isso se aplica à facção terrorista Hamas, e de resto, à Jihad Islâmica, Irmandade Muçulmana, Hezbollah, Estado Islâmico, Al-Qaeda, Boko Haran, Taliban e outras tantas organizações genocidas que alimentam o fanatismo religioso islâmico e vivem às custas da desgraça dos povos que dominam com mãos de ferro.

Para completar, os árabes são empreendedores eficientes, conhecidos como materialistas, financistas, extremamente econômicos e não por perder dinheiro, muito pelo contrário, normalmente obtém sucesso em todas as atividades empresariais que se envolvem.

Dito isto, é vidente que as provocações que o Hamas faz a Israel para que reaja e mais uma vez cause devastação em Gaza (como o Hezbollah também fez várias vezes no Líbano) não passam de instrumentos de uma indústria multibilionária onde seus líderes faturam fortunas com a destruição da infraestrutura e pela morte de outros milhares de inocentes que usa como massa de manobra, bucha de canhão e até mesmo como escudos humanos.

Após cada revide arrasador de Israel, além das doações multimilionárias que conseguem dos países ocidentais a título de “ajuda humanitária”, o grande filão do Hamas e seus congêneres são os países árabes e/ou muçulmanos como Irã, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e outros que despejam bilhões de dólares para, mais uma vez, pelo menos teoricamente “reconstruir” Gaza e “ajudar” a população.

Trazendo essa questão para nosso país, como prova do que estamos afirmando, em 2010 o então presidente Lula destinou 25 milhões de dólares para “a mesma finalidade”, dinheiro de nossos impostos que deveria ser repassado à ANP – Autoridade Nacional Palestina, mas como esta não administra Gaza desde 2007 e nem pode atuar lá, pois o Hamas a considera inimiga mortal e exterminou todos seus representantes no enclave palestino (na verdade, a ANP representa uma séria concorrente que ameaça o fim de seu negócio multibilionário como parasita de Gaza e seu povo subjugado), isso significa que esses 25 milhões de dólares acabaram nos bolsos dos líderes do grupo terrorista e para financiar armamentos para o próximo ataque, como o último, o mais selvagem de todos.

Alguém em sã consciência acredita que o Hamas usou essa fortuna arrancada por Lula dos bolsos dos brasileiros para “ajudar” os palestinos? Com certeza esse dinheiro foi usado para arregimentar mais guerrilheiros, comprar mais armas e fabricar mais foguetes para outra vez atacar Israel e provocar outro desastre, cada vez maior, para depois se fazerem de “vítimas” e voltarem a pedir ajuda mundial para “reconstrução” de Gaza e “socorrer” seu povo como já aconteceu outras vezes?

A maior atividade econômica de Gaza é exatamente a de construção e é sabido que os líderes do Hamas são milionários, possuindo milhares de imóveis em incontáveis edifícios de apartamentos sobre os quais faturam aluguéis escorchantes dos habitantes. Isso explica porque a cidade repetidamente destruída parcialmente em poucos anos volta a ser reconstruída com edifícios cada vez mais altos, ou seja, mais rentáveis.

Ou seja, se não fosse um bom, aliás, excelente negócio para o Hamas atacar Israel e provocar a devastação cíclica de Gaza, já teria acabado há muito tempo. O resto, ou seja, a disputa territorial palestina, as rivalidades religiosas e outras menores, não passam de instrumentos para manter essa chama ardendo e garantir que o grande negócio do Hamas (e demais facções terroristas) siga prosperando e rendendo bilhões de dólares.

Prova disso é que tanto o Hamas como o Hezbollah não aceitam qualquer tipo de negociação com Israel, simplesmente querem a destruição da nação judaica, o que torna a questão insolúvel se depender dos mesmos. Como sabem que acabar com Israel é impossível, na verdade não desejam isto, pois essa hipótese improvável também significaria o fim desse negócio altamente lucrativo que faz a riqueza de uns poucos e a miséria e morte de muitos outros, especialmente de seu próprio povo.

Quanto aos inocentes cujas vidas são aniquiladas economicamente ou morrem aos milhares como resposta de cada novo ataque contra Israel, para o Hamas (e demais, idem) não se trata apenas de “efeito colateral” desse empreendimento multibilionário: além de não merecerem lamentações, muito pelo contrário, quanto mais vítimas, mais engordam o “pacote” de vitimismo que fazem para pedir ajuda internacional depois de cada guerra que provocam.

Ou alguém acha que quem solta foguetes em cima de civis, sequestra, estupra, degola crianças e fuzila indiscriminadamente jovens, mulheres e idosos está preocupado com alguma questão “humanitária”? Se o Hamas não tem pena nem de seu próprio povo palestino, usando-o como mera “moeda de troca”, por que teria dos israelenses, como visto nos últimos massacres e atrocidades que cometeu? Só sendo muito imbecil para acreditar no contrário!

Em resumo, enquanto tiver países muçulmanos para apoiar financeiramente o Hamas, Jihad, Hezbollah e outros, o sangue de milhares de inocentes continuará sendo derramado para sustentar essa indústria altamente lucrativa do terrorismo que insufla e se aproveita do extremismo islâmico! O suporte multimilionário precisa acabar inclusive por parte de países ocidentais, onde os “Lulas” da vida sob desculpa de “reconstruir” Gaza e “ajudar” o povo palestino financiam direta ou indiretamente o Hamas e, portanto, também tem as mãos sujas de sangue!

Portanto, a solução para o conflito palestino-israelense passa necessariamente pela extirpação total desses cânceres como o Hamas, Hezbollah e outros grupos sanguinários que faturam bilhões de dólares causando destruição, matando populações miseráveis e mantendo o mundo à beira do apocalipse! Enquanto isso não acontecer, o povo palestino continuará sendo a maior vítima, parasitado, escravizado e refém desses genocidas cada vez mais milionários!

Como complemento, veja esse excelente material para saber a verdadeira história da “Palestina”, denominação imposta pelos romanos após o genocídio/limpeza étnica que fizeram na Judéia no século I. Fato é que não existe qualquer ruína ou vestígio arqueológico de suposta “civilização” ou “cultura” palestina na região de Israel ou em outra parte do Oriente Médio: HISTÓRIA E SIGNIFICADO DE “PALESTINA” E “PALESTINOS”: https://ensinandodesiao.org.br/artigos-e-estudos/historia-e-significado-de-palestina-e-palestinos

Mapa da Palestina entre 1923 e 1948, quando a ONU criou o estado de Israel, que explica bem a situação perfeitamente analisada na matéria do link acima.

Mediante os fundamentos históricos dessa matéria acima, fiz a seguinte postagem no Facebook, onde comentei: “Interessante é que os “filistínios” dizem que habitam a região “há séculos” e a região nunca passou de um deserto miserável, só foi criarem Israel e até o deserto já ficou verde de plantações (confiram no Google Earth). Por que durante “séculos” os “filistínios” nunca fizeram aquela terra inóspita prosperar?” – https://www.facebook.com/photo/?fbid=800478648754437&set=a.486942023441436

Interessante é que os “filistínios” dizem que habitam a região “há séculos” e a região nunca passou de um deserto miserável, só foi criarem Israel e até o deserto já ficou verde de plantações (confiram no Google Earth). Por que durante “séculos” os “filistínios” nunca fizeram aquela terra inóspita prosperar?
E AGORA, VÃO DESMENTIR O DIÁRIO OFICIAL? A mídia esquerdista militante pelega e os checadores de “fatos” canalhas estão dizendo que é “mentira” que Lula destinou 25 milhões para os palestinos e está claro no decreto que foi para “reconstrução de Gaza”, e como a área vive sob ditadura do Hamas desde 2007, então o NOSSO dinheiro foi para as mãos dos terroristas! Ou algum idiota acredita que eles aplicaram em benefício da população?
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